Alunos constroem brinquedo biblioquê
Alunos constroem brinquedo biblioquê
Com apenas uma garrafa pet, cordão, tesoura e fita adesiva, os alunos da Escola Básica Angélica Costa construíram seus próprios brinquedos. A motivação vem das aulas de Educação Física, ministradas pela professora Elisiana Wemuth, todas as quartas-feiras. O objeto montado hoje de manhã, 26, foi o biblioquê.
A coordenação motora caracteriza-se como o principal benefício da atividade."Os pequenos começam a encaixar duas vezes a tampa, depois vai para três, até chegar em cinco seguidos. Eles gostam bastante e melhoram bastante o equilíbrio dos seus movimentos", explica Elisiana. Outro ponto importante da aprendizagem é a promoção da consciência ecológica.
O estudante Luan Fisher, 7 anos, conta que se sente muito feliz em usar a criatividade na criação do jogo. "Primeiro a professora me ajudou a fazer. Esse segundo já fiz sozinho. Gosto mais do que aqueles brinquedos já prontos. É muito legal fazer e depois brincar com eles".
Como fazer um Bilboquê ou Biblioquê
Material:
1 garrafa plástica pet
30 cm de barbante
2 tampas de garrafa pet
Durex colorido
Como fazer:
Corte a garrafa (gargalo) e envolva o lugar do corte com o durex. Una as duas tampas deixando barbante dentro e prenda a outra ponta dentro da garrafa.
História da palavra
A palavra francesa bilboquet não aparece em muitos dicionários de inglês. No entanto, ali constam palavras como bilbo, uma espécie de algema de ferro usada para prender os pés dos prisioneiros, ou ainda uma espada finamente temperada, originária de Bilbao, na Espanha. Esta cidade fica na região basca, de onde vem o jai alai, um jogo que usa um tipo de "pegador e bola". É também uma região que, desde a antiguidade, recebe influência dos mais variados povos: cartagineses, romanos e árabes, entre outros.
Em francês, a palavra bilboquet tem relação com a palavra bille, que tanto pode ser traduzida como "pequeno bastão", como por "bolinha-de-gude". Estudiosos da língua afirmam que a palavra bilboquet aparece em textos franceses pelo menos desde 1534.
Existem evidências de uma larga disseminação do uso desse jogo. Pinturas Européias indicam que ele era praticado nas cortes reais e aldeias do continente. Também pode-se encontrar este jogo em culturas de diversas partes do mundo: Japão, México, Ártico, América do Norte e América do Sul. No Japão, o bilboquê recebe o nome de kendama; na maioria dos países latino-americanos, recebe o nome de balero.
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